DISCENTE: GIOVANNA DOS SANTOS ANDRADE
DATA: 18/05/2026
HORA: 14:00
LOCAL: Sala de videoconferência 301 - DID VII
TÍTULO: DESAFIOS E AVALIAÇÃO DA AUTOEFICÁCIA MATERNA COM A AMAMENTAÇÃO: ENSAIO CLÍNICO RANDOMIZADO CONTROLADO
PALAVRAS-CHAVES: Autoeficácia; Aleitamento materno; Tecnologia educacional; Período pós-parto; Promoção da saúde.
PÁGINAS: 85
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Enfermagem
SUBÁREA: Enfermagem Obstétrica
RESUMO:
Introdução: Os desafios iniciais da interação da mãe com o bebê e com a amamentação podem ser um risco à sua adesão e promoção da saúde mental. Assim, promover atitudes e resultados positivos em relação a amamentação, além de fornecer às mulheres informações sobre técnicas e soluções práticas para problemas de amamentação, é um desafio para os profissionais de saúde que tem buscado utilizar tecnologias educacionais como ferramentas para a promoção do cuidado. Objetivo: Avaliar o efeito do uso de uma tecnologia educativa na autoeficácia materna com a amamentação utilizando a Breastfeeding Self-Eficacy Scale-Short Form (BSES-SF). Materiais e método: Trata-se de um estudo randomizado, com abordagem quantitativa, no qual foram comparados dois grupos: Grupo Controle (GC) (cuidados de rotina) e Grupo Intervenção (GI) (cuidados de rotina + intervenção educativa para a promoção da autoeficácia em amamentar), sendo realizado através de busca ativa das participantes durante o pré-natal e com 7, 30, 90 e 180 dias por busca ativa em domicílio respectivamente após o parto. Resultados: A amostra final para análise transversal e de baseline foi composta por 55 nutrizes, distribuídas entre o grupo controle (n = 31) e o grupo intervenção (n = 24). A caracterização sociodemográfica revelou uma idade média global de 29,1 anos (DP = 5,6), com idade gestacional média de 33,5 semanas (DP = 3,4). A avaliação da autoeficácia materna, mensurada pela escala BSES-SF em cinco momentos distintos, demonstrou que as participantes iniciaram o estudo com níveis elevados de confiança, independentemente da alocação de grupo. No desfecho final aos 180 dias, notou-se uma tendência de redução nos escores médios, sendo esta mais acentuada no grupo intervenção (55,2 ± 4,1) em relação ao controle (59,6 ± 5,6), aproximando-se do limiar de significância (p = 0,055). A análise das associações entre as características das nutrizes e o escore de autoeficácia BSES-SF revelou que, em grande parte dos cruzamentos, a confiança para amamentar manteve-se resiliente a variáveis sociodemográficas e clínicas ao longo do tempo.
MEMBROS DA BANCA:
Presidente - CASSIANE DEZOTI DA FONSECA
Interno - GIRLIANI SILVA DE SOUSA
Externo ao Programa - 1120444 - JUSSIELY CUNHA OLIVEIRA
Externo à Instituição - ISAURA DANIELLI BORGES DE SOUSA
Externo à Instituição - CARLA ROBERTA MONTEIRO MIURA





